Farmácia Distribuição
Menu Principal
Entrada
Apresentação
Notícias
Artigos
Agenda
Fóruns
Favoritos
RSS
Newsletter Farmanews
Dossiers
Contacto
Prémio
Notícias do Mundo

A feed could not be found at http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=rss

Quem está Em Linha
Nenhum membro em linha
 
Autenticar

Calendário de eventos
« < Fevereiro 2010 > »
S Q Q Q S D D
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
Curso Cofanor - Saúde Mental Infantil
Novidades
Twitter e Facebook

A NETFARMA e a FARMÁCIA DISTRIBUIÇÃO já estão presentes nas duas redes. Siga-nos!

 
Advertisement
Entrada seta Notícias seta Saúde seta Vacina da gripe A pode causar paralisia e morte
 

Vacina da gripe A pode causar paralisia e morte Imprimir e-mail
17-Sep-2009

ImageO Governo britânico alertou, numa carta secreta dirigida a neurologistas, que a vacina da gripe A pode provocar paralisia e insuficiência respiratória, levando mesmo à morte, citou o “Correio da Manhã”.

O Executivo do Reino Unido, através da Agência de Protecção de Saúde, entidade responsável pela supervisão da Saúde Pública, enviou um documento secreto, a 600 especialistas em Neurologia, ontem exigia apurar porque razão não foram tornadas públicas as possíveis consequências da vacina da gripe A.
A missiva, enviada aos especialistas no dia 29 de Julho, revela que a vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
O documento cita o exemplo de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, que causou mais mortes do que a gripe.
Questionado pelo referido jornal sobre estes efeitos secundários da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, afirmou que «essa situação é muito bem conhecida da classe», salientando que «quase todas as vacinas podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros».

Estados Unidos vão investigar
As autoridades de saúde americanas estão a preparar-se para um dos maiores esforços de monitorização de sempre: a nova vacina contra a gripe A (H1N1) e a sua hipotética ligação com uma rara doença neurológica, a síndrome de Guillain-Barré.
O jornal “Público” refere que a associação nunca foi provada, mas muitos americanos olham com desconfiança para as imunizações desde 1976. Nesse ano, 43 milhões de cidadãos foram vacinados contra um novo vírus da gripe suína. O vírus não se chegou a disseminar, mas os jornais encheram-se de notícias sobre os casos de Guillain-Barré. A doença afectou centenas de pessoas e matou 25.
Agora, tanto os CDC (Centros de Controlo e Prevenção de Doenças) como a FDA (a agência federal que regula os medicamentos) esperam uma avalanche de notificações sobre efeitos adversos das vacinas - óbitos e doenças - que ocorram nas duas semanas a seguir à vacinação. «Vamos ficar submersos em potenciais ocorrências adversas», diz Mike Osterholm, especialista em Saúde Pública da Universidade do Minnesota.
Os peritos da gripe não duvidam da segurança da vacina, que está a ser fabricada usando a mesma tecnologia das vacinas contra a gripe sazonal, administradas a centenas de milhões de pessoas. Porém, como se trata de um vírus inédito, os laboratórios tiveram de determinar a dose certa. «Sabemos que vamos ter de monitorizar não apenas a Guillain-Barré, mas os eventos adversos em geral», disse Nancy Cox, dos CDC.
E para além de artigos críticos nos jornais e das reportagens televisivas, vão ter de lidar com a Internet - que não existia em 1976 -, e em particular com os blogues, o Facebook, o Twitter e dezenas de outras formas que as pessoas têm hoje de comunicar global e instantaneamente.
Fora dos Estados Unidos, a Organização Mundial da Saúde também tenta confortar a opinião pública, afirmando que as vacinas que estão a ser produzidas por 25 empresas são seguras. Mas não nega que qualquer vacina - e esta em particular - tenha riscos. Quanto ao que irá acontecer em Portugal, Francisco George, director-geral da Saúde, diz que «o sistema de farmacovigilância vai ser feito pela DGS em conjunto com o INFARMED». Ao telefone, garantiu que «todas as reacções adversas serão notificadas» e que «vamos apertar a malha».

Actualizado em ( 17-Sep-2009 )
 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >

 

 

 

© 2010 Netfarma.pt - Portal dos profissionais do sector farmacêutico